13 de janeiro de 2011

Sim, Senhor!

Na primeira vez, os servidores daquela repartição pública preencheram meus dados e fizeram-me apenas uma pergunta de resposta simples: sim ou não.

Na segunda, me fizeram chegar às 6:30 na saída de Palmas, no pé da Serra do Carmo. Avaliaram-me como a um cavalo: os dentes, joelhos e meu pinto. Fui liberado às 15:30 sem almoçar, é claro.

Na terceira, fiz testes de matemática, português, atenção burocrática(?), eletrônica(?) e mecânica(?).

Na QUAR-TA vez, fui mandado para um auditório grande, gelado e cheio de garotos tão amedrontados com aquela declaração que se lia no datashow dizer estar ciente da convocação do Exército quanto eu.

Se aquele soldado semi-analfabeto não tivesse lido meu nome de um jeito engraçado na lista dos últimos dispensados do serviço militar o que eu faria?

5 comentários:

  1. Guri, que sorte hein. Eu tive a sorte de nascer menina e sem pinto! hahahaah
    Está livre, definitivamente. Parabéns!

    Beijos querido.

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  2. Se ele não tivesse lido teu nome, com certeza, tu iria servir. Beijo

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  3. UIHASUIHAUISHUIAH
    ainda bem que sou mulher³
    sorte a tua em?,rs :*

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  4. Serviço Militar é um dos maiores absurdos q ainda existem nesse país, totalmente desnecessário, qnd me alistei eu tive uma puta sorte q foi 2008/09 no auge da crise economica, daí cortaram os gastos e de 200 o contigente passou pra 50, daí só serviu quem quis, mas isso não evitou de eu ter q ir lá 500 milhões de vezes de manhã levar papel... q bom q vc se salvou assim como eu...

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E você, o que me diz?

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