Na primeira vez, os servidores daquela repartição pública preencheram meus dados e fizeram-me apenas uma pergunta de resposta simples: sim ou não.
Na segunda, me fizeram chegar às 6:30 na saída de Palmas, no pé da Serra do Carmo. Avaliaram-me como a um cavalo: os dentes, joelhos e meu pinto. Fui liberado às 15:30 sem almoçar, é claro.
Na terceira, fiz testes de matemática, português, atenção burocrática(?), eletrônica(?) e mecânica(?).
Na QUAR-TA vez, fui mandado para um auditório grande, gelado e cheio de garotos tão amedrontados com aquela declaração que se lia no datashow dizer estar ciente da convocação do Exército quanto eu.
Se aquele soldado semi-analfabeto não tivesse lido meu nome de um jeito engraçado na lista dos últimos dispensados do serviço militar o que eu faria?
Ainda bem que sou mulher!
ResponderExcluirkkkkká
Guri, que sorte hein. Eu tive a sorte de nascer menina e sem pinto! hahahaah
ResponderExcluirEstá livre, definitivamente. Parabéns!
Beijos querido.
Se ele não tivesse lido teu nome, com certeza, tu iria servir. Beijo
ResponderExcluirUIHASUIHAUISHUIAH
ResponderExcluirainda bem que sou mulher³
sorte a tua em?,rs :*
Serviço Militar é um dos maiores absurdos q ainda existem nesse país, totalmente desnecessário, qnd me alistei eu tive uma puta sorte q foi 2008/09 no auge da crise economica, daí cortaram os gastos e de 200 o contigente passou pra 50, daí só serviu quem quis, mas isso não evitou de eu ter q ir lá 500 milhões de vezes de manhã levar papel... q bom q vc se salvou assim como eu...
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