22 de junho de 2011

Embalagem

Tô passando por uma série crise existencial: não sei usar rótulos.

O mercado rotula e precifica
Eu não sei rotular, logo não sei valorar.
Deu pra sacar a perspectiva filosófica do problema?
Pois é.


Como eu não consigo colocar todas as coisas e, principalmente, as pessoas em caixinhas diferentes, etiquetar e mandar pro mercado, eu sou colocado pelas outras pessoas em caixinhas que não necessariamente representam o que eu sou ou o que eu penso, e isso pode causar algumas confusões. A minha proposta é a seguinte: vamos usar etiquetas, no plural, para uma mesma pessoa, podendo ser trocadas a qualquer momento e deixar de lado as caixinhas, esquecê-las de vez. Quem topa?

5 comentários:

  1. Vamos etiquetar mas cuidado para elas não ficarem velhas. Acho que cada ser tem um valor novo pra se descobrir e a ideia de etiquetar é boa.
    Ass: Wellyngton Teixeira.[OBS]: Parabéns pelo blog muito bom mesmo(como diria walzinha rsrs).

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  2. e o pior de ser etiquetado como uma coisa que não necessariamente representa quem somos,é que não há prazo para trocas.
    hm.

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  3. haha, gostei mto da idéia.
    minha etiqueta seria: divertido e companheiro, mas cuidado, pode ser um pouco egoísta. ;]

    p.s.: tá muito bonito por aqui, hein.
    novo layout bem limpinho e organizado!

    abraço.(:

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  4. Nha, pra mim é tão melhor voce ser desprovido dessa necessidade de sair rotulando a tudo e a todos...

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  5. eu tenho fé que existe sim. a gente não deve perseguir o senhor-propósito-estabelecido, mas ele existe, é bíblico. Deus sabe e permite tudo o que acontece. a gente só precisa aprender a aceitar.

    é o que penso.

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E você, o que me diz?

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